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Isaías 64:6, diz: 


? Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam. ?


A justiça ou imparcialidade é mais uma de nossas forças dentro das virtudes humanas, porém somos advertidos sobre a justiça própria. Nenhum ato de justiça humana será considerado por Deus segundo a profecia de Isaías 64:6. E Jesus nos acrescenta um ensinamento sobre as nossas atitudes:


Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a vocês.

Mateus 6:33


Desenvolver essa força significa que deves tratar as pessoas com igualdade e equidade, sendo imparcial e não se deixando influenciar, sentimentos e emoções nas decisões que envolvem outras pessoas. 


Esta virtude é especialmente produto de um julgamento moral, ou seja, do processo pelo qual as pessoas usam seus critérios e determinam o que é moralmente certo, errado e condenável. As forças de caráter que estão dentro da virtude da Justiça, (Imparcialidade, Liderança, Trabalho em equipe), são vistas como amplamente interpessoais e relevantes para a mais adequada interação entre o indivíduo e o grupo ou comunidade.


Um indivíduo justo com senso de equidade sempre faz sua tomada de decisão de maneira ponderada, a partir do maior número de informações possíveis, e levando em conta todos os aspectos de uma mesma questão. Este senso de equidade e justiça apurados pode tanto ser fruto de seus exemplos (família, escola, religião ou profissão), ou mesmo proveniente da ausência desta força em algum momento importante de sua vida.


Dessa forma, o que temos que levar em consideração é como tratamos as pessoas quando as situações dependem da nossa decisão assertiva. Essa é uma grande oportunidade de desenvolvermos mais empatia, avaliando a situação na terceira pessoa, como observador panorâmico e sem tomar partido por questões pessoais. O lema do justo é o cuidado que deseja ter com as pessoas para existir igualdade e prosperidade coletiva. Os ambientes do nosso convívio são beneficiados com esse olhar mais observador às questões de justiça, fazendo com que o esse comportamento incentive os que estão a nossa volta a agirem assim. É muito importante levar em consideração a individualidade e história de vida de cada um, por isso a empatia será de extrema importância nessa hora. 


Pergunte-se como deve agir quando algum membro da família ou colega de trabalho fizer uma reclamação em que se sente injustiçado. Quais respostas dará a essa pessoa diante de uma adversidade e como agirá para resolver a questão? Neste momento podemos lançar mão de outras forças para ajudarem chegar a uma decisão justa. A imparcialidade atrai a confiança do grupo o que acaba estimulando mais atitudes de liderança para quem age com justiça; o trabalho em equipe é outra força que pode aparecer nesse momento, pois uma das atitudes do justo é ouvir todos os lados, mesmo que divergentes, antes de tomar qualquer decisão; o Perdão também é ativado nos atos de justiça, pois mesmo que haja penalidades, não podemos avançar sem que haja perdão; bondade é outra característica presente nas tomadas de decisão. Para ficar bom para todos, é necessário que atos de generosidade estejam presentes nesse momento; e a Integridade se torna imprescindível para exercitar a imparcialidade, fortalecendo o compromisso com a verdade e justiça comum.