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A felicidade está entre os valores da sua empresa?


Eu sou Adriana Carvalho, tenho 47 anos e muita sede pela vida. 


Qual é a necessidade de buscar por autoconhecimento e apaixonar-se por si? Detalhes da vida de uma heroína comum como eu pode ser bem interessante quando olhado por mim mesma com amor.

O que a vida me ensinou?


A que ponto cheguei para entender que precisava olhar para dentro?

A felicidade tem tradução?


Entendi que a nossa trajetória, ainda que comum para alguns, pode ser a salvação e o impulsão de outros.


De alguns anos para cá, pude perceber que se quisesse viver plenamente e voltar a sonhar, precisava virar a mesa e me empenhar em descobertas extraordinárias que estão dentro da minha alma. Com as facilidades digitais e o crescimento que a pandemia proporcionou a esse setor, ficou ainda mais acessível esse processo de autoconhecimento.


Sou uma mulher casada, mãe de três filhos maravilhosos, mas há alguns anos o meu olhar para a vida precisou ser diferente, e tem coisas que só podemos saber quando experimentamos o gosto. 

Passar por um luto não depende de forma alguma da nossa vontade ou escolha. 


Quem nunca achou que a vida iria esperar as suas possibilidades chegar e que tudo seria como sempre sonhou, no tempo certo?


Eu sempre me considerei uma ótima filha, pois durante quase todos os momentos na vida fiz questão de ser responsável, de agradar meus pais com as minhas atitudes, escolhas e decisões. Fui aquela espécie que nunca decepciona, não dá trabalho, não incomoda e ainda ajuda. 

O sonho de todos os pais na vida não é mesmo?


A vida sempre me permitiu sonhar muito e assim conquistei muitos deles, até que chegou o dia que ninguém deseja passar.


Veio a morte da minha mãe que mesmo tendo uma saúde um pouco fragilizada, não esperávamos que ela se fosse. Não ainda.


A dor veio como uma avalanche na minha vida e carregou todos os sonhos junto. Quando enterramos alguém tão importante, por um momento a vida perde a cor, o gosto e tudo o que tinha valor parece que não faz mais sentido.


Não existe uma preparação para passar por isso, mas eu fiquei três anos e meio em um buraco negro sozinha. Nessa época percebi o quanto estava enterrada em sofrimento e indiferença com a minha própria vida. 


Todo aquele desejo de realizar coisas, de conquistar sonhos ficaram abafados lá, no fundo da alma.


Mas o milagre veio e eu acordei do pesadelo. Passei a buscar por autoconhecimento, e a resposta que mais me ajudou foi que, conhecer primeiro a Deus faz com que nos conheçamos melhor e que aceitemos a morte como algo que dói, mas que não destrói.


Já são mais de três anos nesse processo, e isso acendeu uma chama muito poderosa em mim. Além de voltar a sonhar, despertei para um desejo enorme em ajudar pessoas que estão mergulhadas em sofrimento. 


Hoje tenho um grupo de mulheres que têm se reencontrado por meio de práticas de autoaceitação, autocuidado, perdão e cura interior. 


A vida agora tem um sentido muito mais valioso para mim hoje do que antes. O despertar da gratidão transforma vidas e me fez entender quais são os meus superpoderes.


Mas o mais importante de tudo é entender que o milagre está dentro de cada um, que posso ajudar pessoas mostrando o caminho, mas elas precisam olhar para dentro delas e conduzir a sua própria história. Se cada uma irá conseguir se encontrar, não sei, mas vale muito a pena essa viagem de volta a si.


Autoconhecimento é um tesouro guardado dentro de cada um, mas um dos fatores mais importantes é ser vigilante e fazer a manutenção como quem cuida de uma casa.


Aprendi a viver o hoje e dar a vida por ele. O que vier amanhã será tratado amanhã e o passado pode ser um álbum de fotografia.

 

?porque pra mim o viver é Cristo e o morrer é lucro?.

Filipenses 1:21